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Prefeitura de Piripiri e SETAS divulgam as inscrições da oficina do Programa ACESSUAS TRABALHO

Prefeitura de Piripiri e SETAS divulgam as inscrições da oficina do Programa ACESSUAS TRABALHO " INTERNET COMO FERRAMENTA DE VENDAS ". Durante a pandemia da Covid - 19, muitas famílias perderam sua fonte de renda e, esta oficina, oportunizará novas alternativas de garantir renda sem sair de casa. Assistência Social como serviço essencial, em tempos de Pandemia, a quem dela necessitar!!

CETI José Narciso mais uma vez é destaque entre as escolas da rede pública estadual de ensino

O resultado do Enem 2019 foi divulgado, e o CETI José Narciso, mais uma vez, é destaque entre as escolas da rede pública estadual de ensino. No ranking das Gerências Regionais de Educação, o JN ficou em primeiro lugar na 3° GRE.

A direção do CETI José Narciso parabeniza alunos, professores, família e todos que contribuem para o sucesso da escola.

Resulta do Exame Nacional do Ensino Médio do ano de 2019

O resulta do Exame Nacional do Ensino Médio, do ano de 2019, foi divulgado, e as escolas que compõem a 3° Gerência Regional de Educação tiveram boas pontuações.

No ranking das GRE's, da Secretaria de Estado da Educação, do Piauí, o CETI José Narciso, de Piripiri, ficou em primeiro lugar, em seguida, veio o CETI Inês Rocha e a Unidade Escolar Hesíchia de Sousa Brito, ambas da cidade de Piracuruca.

Todas as instituições merecem nosso reconhecimento, pelo árduo trabalho que desenvolvem para alcaceram o patamar que estão. Sabemos que os desafios são grandes, as dificuldades são inúmeras, mas, com certeza, vocês já são vencedores por estarem sempre na luta por uma educação melhor.

Aos alunos, professores, equipes gestoras, demais funcionários e famílias das escolas da 3° GRE, nossos parabéns!

3° Gerência Regional de Educação - Compromisso e Responsabilidade Social com a Educação do Piauí!

Datafolha: para 76% dos brasileiros, escolas deveriam continuar fechadas

Pesquisa do instituto Datafolha, publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, mostra que, para 76% dos brasileiros, as escolas não deveriam reabrir nos próximos dois meses, em função da pandemia do coronavírus. De acordo com o levantamento, a maioria, em todas as faixas etárias, de renda e em todas as regiões do País, defende que as escolas continuem fechadas em julho e agosto.

Os números indicam ainda que apesar de 52% da população concordar com a reabertura do comércio neste momento, apenas 21% é favor do retorno das aulas presenciais no curto prazo. Alguns governadores, como os de Goiás e do Distrito Federal, estudam reabrir parcialmente as unidades em agosto. Em São Paulo, a previsão é de retomada em setembro.

Não há diferença significativa entre as faixas de renda familiar, tampouco entre os tipos de municípios. Porém, apenas 9% dos que avaliam o governo Bolsonaro como ruim ou péssimo afirmam que as escolas devem reabrir, enquanto o porcentual sobe para 38% entre os que consideram o governo ótimo ou bom. No recorte por sexo, enquanto 81% das mulheres defendem a continuidade do fechamento, 71% dos homens responderam da mesma forma.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O Datafolha ouviu 2.016 pessoas de todo o país na terça (23) e na quarta (24) por telefone.


Fonte: Estadão Conteúdo 

Novas regras dificultam realização de concursos

Na tentativa de conter a expansão da folha de pessoal e melhorar o planejamento, o governo federal resolveu apertar as regras para a concessão do aval de novos concursos. A partir de 1.º de julho, o Ministério da Economia vai exigir estudo de impacto financeiro de longo prazo na análise de autorização de concursos públicos da administração pública federal.

Essa análise vai levar em conta o tempo médio que o servidor permanece na ativa. Levantamento do governo aponta um tempo médio de 34,2 anos na ativa, 24,6 anos na inatividade e mais 11 anos de remuneração dos pensionistas dos servidores depois da sua morte.

A decisão coincide com o prazo de análise da área econômica para novos pedidos de reposição dos servidores dos diversos órgãos do governo. Caso sejam aceitos, a previsão de concurso e do gasto adicional têm de constar na proposta de Lei Orçamentária de 2021, que será enviada no fim de agosto.

Contenção

Por conta do ajuste fiscal, os concursos estão sendo feitos, nos últimos anos, de forma pontual, como ocorreu com a Polícia Federal. Os pedidos já chegaram e estão sob análise. A contenção da folha, um dos maiores gastos obrigatórios do governo, com Previdência e juros, está na lista de prioridades da equipe econômica, que não conseguiu emplacar até agora a reforma administrativa. A Lei de Responsabilidade Fiscal já prevê uma avaliação de impacto orçamentário-financeiro nos primeiros três anos após a contratação do servidor.

O governo avalia que a tendência é que os custos de um servidor sejam gradualmente maiores ao longo do tempo, em virtude do aumento na expectativa de vida da população. Assim, a despesa com um servidor permanece na folha de pagamento durante toda a sua vida funcional ativa, passando pelo período de aposentadoria e continua até que o seu último dependente perca o direito à pensão. Hoje, em média, são 69,8 anos de comprometimento da União com o servidor.

Segundo Wagner Lenhart, secretário de gestão e desempenho de pessoal do Ministério da Economia, a nova norma vai introduzir a perspectiva de longo prazo na análise do impacto orçamentário e levará em consideração itens relevantes à composição da despesa com a folha de pagamento, entre eles: progressões, promoções, reajuste e incorporação de gratificações.

"Precisamos enxergar lá na frente qual vai ser o impacto dessa contratação", diz o secretário. Ele destaca que, com a pandemia da covid-19, os desafios fiscais que já eram enormes ficaram ainda maiores.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte: Estadão Conteúdo



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